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Política

Movimento Cívico indignado com atribuição de pelouro a Sérgio Ventura

O Movimento Cívico Por Elvas revela estar indignado pela postura de Sérgio Ventura, vereador eleito pelo movimento liderado por Rondão Almeida, ao aceitar ser vereador a tempo inteiro do elenco socialista encabeçado por Nuno Mocinha.

24 Julho 2018

O Movimento Cívico Por Elvas (MCPE) revela estar indignado pela postura de Sérgio Ventura, vereador eleito pelo movimento liderado por Rondão Almeida, ao aceitar ser vereador a tempo inteiro no elenco socialista encabeçado por Nuno Mocinha.

O MCPE sente-se "traído", assim como todos os eleitores "que votaram" no movimento nas eleições autárquicas de Outubro de 2017. "Estivemos a trabalhar com alguém que se regeu por objectivos completamente diferentes dos nossos", adianta.

A atribuição de pelouro ao vereador Sérgio Ventura deverá ocorrer na próxima reunião da Câmara Municipal de Elvas, agendada para amanhã, 25 de Julho, a qual é aberta ao público.

Recorde-se que Rondão Almeida já havia retirado a confiança política a Sérgio Ventura e instou o vereador a demitir-se do cargo, o que não se verificou.

"É triste porque estamos a assistir a mais uma atitude lamentavelmente egocêntrica que reforça o que o povo diz em relação a quem desempenha cargos políticos. Queremos, no entanto, assumir o nosso compromisso de lealdade perante todos os elvenses, a fim de merecermos a vossa confiança, já que o vereador em causa deixou de ser elemento do movimento. Não se deve julgar o rebanho por uma simples ovelha", explica o Movimento.

O MCPE, que reuniu ontem o seu Conselho Deliberativo, teceu ainda considerações sobre a venda da Herdade de D. João. O Município "pretende agora vendê-la por ajuste directo a um presumível interessado, demonstrando falta de transparência e desespero financeiro, quando cada vez mais há exemplos negativos, desses actos administrativos, um pouco por todo o país".

Em comunicado, o Movimento refere ainda que a situação financeira da Autarquia "é de tal forma catastrófica que, para além da venda da Herdade de D. João, pelo preço mínimo, já se propõe vender também em hasta pública, mais três prédios propriedade da Autarquia. Estranha forma esta, de 'Elevar Elvas', em que se vende o que é dos elvenses ao desbarato".