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Prémio Internacional Terras sem Sombra distingue Espanha, Portugal e Cabo Verde

A cerimónia de entrega do Prémio decorre em Campo Maior a 30 de Novembro, numa cerimónia pública que tem por palco o Auditório do Centro Cultural.

26 Novembro 2019

A intérprete de Flamenco Carmen Linares, o arquitecto João de Almeida e o Jardim Botânico de Cabo Verde, são os vencedores do Prémio Internacional Terras sem Sombra 2019, respectivamente nas categorias de Música, Património Cultural e Salvaguarda da Biodiversidade.

A cerimónia de entrega do Prémio decorre em Campo Maior a 30 de Novembro, numa cerimónia pública que tem por palco o Auditório do Centro Cultural.

A associação Pedra Angular, promotora do Festival Terras sem Sombra, já tornou públicos os distinguidos na nona edição do Prémio Internacional homónimo. Na categoria de Música, a distinção coube à espanhola Carmen Linares, uma voz incontornável no panorama contemporâneo do Flamenco. O português João de Almeida, com longa carreira nas áreas da arquitectura e pintura, foi o homenageado na categoria Património Cultural. A acção do Jardim Botânico de Verde em prol da conservação e educação ambiental, foi reconhecida na categoria Salvaguarda da Biodiversidade.

Os distinguidos estarão presentes a 30 de Novembro (17h30) no Centro Cultural de Campo Maior, para receberem os diplomas de mérito e uma obra de arte, da autoria da artista plástica Tânia Gil. O acto solene, que conta com o apoio do Município de Campo Maior, será presidido pelo Duque de Lafões, D. Afonso de Bragança.

Do alinhamento da cerimónia, destaque para a actuação ao vivo de Carmen Linares, acompanhada à guitarra pelo seu filho Eduardo Espín Pacheco. De acordo com António Ressano Garcia Lamas, do Conselho de Curadores do Festival, “o conceito do Prémio radica na ideia de juntar as três valências do Terras sem Sombra: a Música, o Património e a Biodiversidade, salientando contributos importantes nestas áreas. É uma forma de dar ao evento um encerramento agregador, conferindo-lhe uma condição não rotineira. O Prémio traz sempre alguma inovação. Este ano dá-se o alargamento da iniciativa a Cabo Verde, um país com o qual Portugal mantém grandes afinidades. Acresce a aproximação a Espanha, assim como a presença pioneira em concelhos do Alto Alentejo”.