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Câmara de Redondo sobe valor do orçamento para quase 10 milhões de euros

A Câmara de Redondo vai subir o valor do orçamento em 2020 para quase 10 milhões de euros, mais cerca de 8% do que o deste ano, devido aos investimentos em curso no concelho alentejano.

13 Novembro 2019

A Câmara de Redondo vai subir o valor do orçamento em 2020 para quase 10 milhões de euros, mais cerca de 8% do que o deste ano, devido aos investimentos em curso no concelho alentejano.
O aumento "deve-se essencialmente às obras financiadas por fundos comunitários, que ainda não estão concluídas e que estão a decorrer", justificou hoje à agência Lusa o presidente do município, António Recto, eleito por um movimento independente.
As opções do plano e o orçamento, no valor de 9,8 milhões de euros, já foram aprovados pela câmara, com os votos a favor do movimento que lidera o município (MICRE), contra do PSD/CDS-PP e da CDU e a abstenção do PS, estando a discussão e votação dos documentos na assembleia municipal marcada para o dia 26 deste mês.
Segundo o autarca alentejano, o valor do orçamento municipal para 2020 tem "um aumento de quase 8%", o que significa mais "cerca de 750 mil euros" do que o deste ano, que ronda os nove milhões de euros.
António Recto indicou que "os grandes investimentos" previstos para 2020 são a "reabilitação urbana da vila", que está em curso, e "alguns projetos novos, como o percurso pedonal na Serra d'Ossa e o posto de turismo e centro de acolhimento ao turista".
Estão programados outros projetos que envolvem "valores mais pequenos", como é o caso da criação de um centro de formação e inovação e de um equipamento de saúde social, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Alentejo, a Misericórdia de Redondo e a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), adiantou.
Já as despesas correntes, referiu o presidente do município, são "viradas para a ação social", tendo em conta que Redondo é "um concelho do interior com imensas dificuldades" e "em que mais de metade da população são reformados e pensionistas".
"Continuamos com este apoio, desde o apoio à natalidade, até à ocupação de jovens, e procuramos sempre reforçar", acrescentou.
Quanto aos impostos e taxas, o autarca revelou que a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai passar de 0,350%, este ano, para 0,325%, a cobrar em 2020, esperando que possa "descer para a taxa mínima" em 2021.
De resto, sublinhou, os valores da tabela de impostos e taxas "mantêm-se", assim como o tarifário da água pública.
António Recto assinalou ainda que o saldo de gerência que vai transitar deste ano para o próximo "ultrapassará um milhão de euros".
O atual executivo municipal é composto por dois eleitos do Movimento Independente do Concelho de Redondo (MICRE), um do PS, que passou a ter, em maio deste ano, pelouros e funções a tempo inteiro, um da CDU e um da coligação PSD/CDS-PP.
A assembleia municipal, onde o MICRE não dispõe de maioria, é presidida pelo social-democrata José Luís Mónica.