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Beja

Militar português morre após queda devido a falha em paraquedas

Um militar paraquedista português, de 34 anos, morreu hoje na Base Aérea n.º 11, em Beja, durante a execução de um salto de queda livre e após o sistema de paraquedas não ter funcionado devidamente, anunciou o Exército.

27 Setembro 2019

Beja, 27 set 2019 (Lusa) - Um militar paraquedista português, de 34 anos, morreu hoje na Base Aérea n.º 11, em Beja, durante a execução de um salto de queda livre e após o sistema de paraquedas não ter funcionado devidamente, anunciou o Exército.
O acidente ocorreu às 09:40 e o militar do Exército Português estava a participar no exercício multinacional "Real Thaw 2019", que decorre desde o dia 22 deste mês e até dia 04 de outubro, a partir da Base Aérea n.º 11, e inclui operações em vários pontos de Portugal.
"Durante a execução de um salto de queda livre operacional, o sistema de paraquedas não funcionou devidamente, tendo resultado na queda do militar dentro do perímetro da Base Aérea n.º 11", explica o Exército, em comunicado enviado à agência Lusa.
Após a queda do militar, "foram acionados os procedimentos de emergência médica", indica Exército, referindo que está a realizar o processo de averiguações para apurar todas as circunstâncias em que ocorreu o acidente.
O Exército lamenta a morte do militar e refere que já apresentou as "mais sentidas condolências" e acionou o apoio psicológico à família.
O "Real Thaw 2019" envolve meios e militares da Força Aérea, da Marinha e do Exército de Portugal, das forças aéreas de Espanha, França e Estados Unidos da América e da NATO, num total de 600 militares e 21 aeronaves.
Segundo a promotora do exercício, a Força Aérea Portuguesa (FAP), o "Real Thaw 2019" visa avaliar e certificar a capacidade operacional de militares da FAP, "criando também condições únicas para que os meios da NATO treinem conjuntamente, desenvolvam interoperabilidade e reforcem a prontidão".
As operações do "Real Thaw 2019" decorrem dia e noite, no ar, em terra e no mar e foram planeadas para "terem o mínimo impacto no meio ambiente e na população".

LL // JPS
Lusa/Fim