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Trabalhadores dos hospitais exigem melhores condições

Os trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Portalegre e Elvas estiveram em greve no dia 28 de Março, protestando contra a falta de condições de trabalho e de pessoal.

29 Março 2019

Os trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Portalegre e Elvas estiveram em greve no dia 28 de Março, protestando contra a falta de condições de trabalho e de pessoal.
Frente à unidade de saúde portalegrense, os funcionários da empresa que detém o contrato de concessão do serviço de refeições dos hospitais do distrito concentraram-se e distribuíram um comunicado aos utentes dando conta das razões da sua luta.
O documento refere que se tratou de um protesto apoiado solidariamente pelos sindicatos da CGTP-IN que acompanham outros sectores, designadamente administração pública e enfermeiros.
A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) está informada pelas estruturas sindicais da CGTP-IN da situação das cantinas e das consequências que poderão daí advir, tais como “a perda de qualidade do serviço prestado, atrasos na chegada das refeições ao doente e a sobrecarga dos trabalhadores dos hospitais do sector da hotelaria, mas também auxiliares e enfermeiros, que já enfrentam elevados ritmos de trabalho”.
De acordo com a União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), a greve teve uma adesão de 90% nos serviços de refeição do Hospital de Portalegre, tendo encerrado o bar e funcionado apenas os serviços mínimos na cantina.
A comissão sindical do Sindicato da Hotelaria do Sul denunciou à Autoridade para as Condições de Trabalho o facto de “terem substituído os trabalhadores do refeitório em greve”, mas “nenhuma advertência foi feita à empresa”.