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Cadeia de Évora recusa condenado do processo ‘Face Oculta’

Manuel Guiomar tem de se apresentar em outro estabelecimento

15 Janeiro 2019

O estabelecimento prisional de Évora recusou esta terça-feira, 15 de Janeiro, a entrada de Manuel Guiomar, um dos três arguidos condenados no processo ‘Face Oculta’.

A razão para a recusa é que a cadeia é dedicada a reclusos com estatuto especial de protecção, como elementos de forças de segurança ou políticos, como o caso do ex-primeiro ministro José Sócrates.

De acordo com o Correio da Manhã o arguido deve agora cumprir prisão perto de sua casa, neste caso no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco. O ex-funcionário da REFER foi condenado a seis anos de prisão neste processo.

Armando Vara, antigo governante e João Tavares, antigo funcionário da Petrogal foram condenados a cinco anos e nove meses de cadeia no mesmo processo.

Em Tribunal Constitucional estão os recursos de Manuel Godinho, José Penedos, Paulo Penedos, Domingo Paiva Nunes, Hugo Godinho e Figueiredo Costa.

Na primeira instância, dos 36 arguidos, 34 pessoas singulares e duas empresas, 11 foram condenados a penas de prisão efectiva, entre os quatro anos e os 17 anos e meio.

O processo Face Oculta é uma investigação iniciada em 2009 pelo DIAP do Baixo Vouga no qual apurou casos de corrupção e outros crimes económicos de um grupo empresarial de Ovar, do sucateiro Manuel Godinho e as relações com empresas como REFER, EDP, REN e governantes políticos como o ex-ministro Armando Vara.

A sentença da primeira instância chegou em 2014. Foram condenados 34 arguidos individuais e 2 colectivos