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Autoridades continuam a avaliar terreno para proceder ao resgate de vítimas

Deslizamentos durante a madrugada revela que local ainda está instável

20 Novembro 2018

As autoridades continuam a avaliar o terreno e a criar condições de segurança de forma a poderem realizar o resgate das vítimas, após o deslizamento de terras em Borba, na tarde segunda-feira, 19 de Novembro, que, para já, vitimou dois trabalhadores de uma pedreira.

De acordo com a Renasceça fontes da GNR e bombeiros indicaram que durante a madrugada houve registos de novos deslizamentos de terras, o que mostra a instabilidade do terreno.

No local estavam esta manhã cerca de meia centena de operacionais apoiados por mais de duas dezenas viaturas entre forças dos bombeiros, Proteção Civil, GNR, Exército e Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Na noite de ontem, 19 de Novembro, José Robeiro, comandante distrital de operações de socorro de Évora, classificou a operação de resgate como extremamente complexa e que pode demorar vários dias ou semanas. De momento procuram-se condições de segurança para proceder ao resgate.

O deslizamento de terras levou ao abate de parte do troço da Estrada Municipal 255, que liga Borba a Vila Viçosa, numa zona que passa pelo meio de duas pedreiras. Na sequência deste incidente foi arrastado uma retroescavadora com dois operários de uma empresa que explora aquele local. Ao momento estas são as únicas vítimas confirmadas.

As autoridades revelaram também que duas viaturas, um ligeiro e uma carrinha de caixa aberta, caíram ao poço da pedreira, que tem uma profundidade de 100 metros e de momento apresenta um volume de água a situar-se nos 40 metros, devido às chuvas dos últimos dias. Desconhece-se para já o número total de vítimas.