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Bloco quer CTT “de volta para a esfera pública”

As Comissões Coordenadoras Distritais de Portalegre, Évora, Beja, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança do Bloco de Esquerda defendem que os CTT “têm que voltar para a esfera pública”, considerando que o interior do país está “a sofrer as consequências da aplicação sem regra nem lei”.

22 Outubro 2018

As Comissões Coordenadoras Distritais de Portalegre, Évora, Beja, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança do Bloco de Esquerda defendem que os CTT “têm que voltar para a esfera pública”, considerando que o interior do país está “a sofrer as consequências da aplicação sem regra nem lei”.

“Torna-se premente, não só a revogação da concessão do serviço postal nacional, mas também, a necessidade de ser encarada a reversão total da privatização, no sentido de permitir uma intervenção directa do Estado num serviço de interesse público que deve abranger inequivocamente todo o território nacional”, sublinham os bloquistas.

O Bloco de Esquerda acusa a empresa de “dar primazia à manutenção das lojas dos principais centros urbanos e, mesmo nestas, privilegia o Banco CTT, fechando ou transferindo as restantes para o comércio a retalho”. De acordo com a força política, está em curso um plano de encerramento de todas as estações dos CTT onde não existe o Banco CTT.

O interior do país, de acordo com o BE, já de si “fortemente fustigado pelo encerramento sistemático de serviços públicos”, prepara-se agora para assistir ao “encerramento de centenas de estações”. Mais especificam que se o plano se concretizar, a nível nacional “iremos passar de cerca de 600 estações no início do ano para cerca de 200, que é o número de estações com banco CTT”.

“Se analisadas as 212 estações com Banco CTT, apenas três são no distrito de Viseu (24 municípios), quatro no distrito de Castelo Branco (11 municípios), três no distrito da Guarda (14 municípios), uma no distrito de Portalegre (15 municípios), duas no distrito de Évora (14 municípios), uma no distrito de Beja (14 municípios), três no distrito de Vila Real (14 municípios) e duas no distrito de Bragança (12 municípios). A esta razia junta-se a dos concelhos de baixa densidade situados nas periferias das grandes cidades do litoral. Para termo de comparação, o distrito de Lisboa fica com 69 estações, 38 no distrito do Porto, 17 no distrito de Aveiro e 16 no distrito de Setúbal”, concluem.