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Concelhia de Portalegre do CDS-PP lamenta “ano perdido”

A Comissão Política Concelhia de Portalegre do CDS-PP remeteu cinco perguntas ao executivo municipal de Portalegre, considerando que passou “mais um ano perdido”, referindo-se ao período decorrente desde as autárquicas de 2017.

22 Outubro 2018

A Comissão Política Concelhia de Portalegre do CDS-PP remeteu cinco perguntas ao executivo municipal de Portalegre, considerando que passou “mais um ano perdido”, referindo-se ao período decorrente desde as autárquicas de 2017.

“Os portalegrenses têm razões para estarem extremamente preocupados com a actual situação do nosso concelho e principalmente com o seu futuro próximo. A força política mais votada nas últimas eleições autárquicas optou por sustentar a governabilidade do Município de Portalegre através de um acordo tripartido, que desde logo denominámos de “albergue espanhol”, não só pela sua curiosa composição, mas essencialmente pelo histórico recente dos seus protagonistas, criando assim o “cenário ideal”, quer para a continuação da “gestão habilidosa” a que a nossa presidente já nos habituou, quer para a manutenção de condições de favorecimento de “agendas pessoais, egos e vaidades” dos seus integrantes, em detrimento dos reais interesses do município e seus munícipes”, sublinham os centristas.

A Comissão Política Concelhia de Portalegre do CDS-PP questiona, portanto, sobre o que tem sido feito em relação “à implementação da figura do Provedor do Munícipe, assim como da requalificação do edifício da antiga Câmara Municipal, a revitalização do espaço do Jardim da Corredoura, o reforço da manutenção e limpeza dos espaços públicos e a melhoria das condições de mobilidade e revisão do estacionamento pago na cidade”.

Lamenta ainda a referida Comissão Política que, após mais de ano de mandato, “não tenha sido possível encetar o caminho do pretendido desenvolvimento económico e social do nosso concelho, valorizar devida e condignamente os nossos recursos e património e criar condições para tornar Portalegre num destino apelativo, criando a nossa própria “centralidade”, identificando constrangimentos e oportunidades que permitam tornar mais competitivo, coeso e organizado o nosso território”.

O CDS-PP de Portalegre vinca ainda que as forças políticas que integraram o até agora executivo municipal “não conseguiram estabelecer consensos entre si que permitissem definir uma estratégia que alterasse o rumo (desnorte) que nos tem conduzido, sabendo-se que a mudança que todos desejamos não resulta de simples intenções, ou medidas avulsas (como nos é dado observar), sendo imperioso definir, com urgência, o percurso que pretendemos delinear, para o que é necessário ter (e saber transmitir) motivação e determinação e, principalmente implementar as medidas adequadas que sustentem essa vontade de mudança”.