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Município de Gavião acusa PCP de "bota abaixo" e refuta acusações de que foi alvo

O Município de Gavião, no distrito de Portalegre, refutou hoje as acusações de que foi alvo pela Direcção da Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP, que indicava que os funcionários da autarquia exerciam funções sem equipamentos de protecção individual.

29 Abril 2020

O Município de Gavião, no distrito de Portalegre, refutou hoje as acusações de que foi alvo pela Direcção da Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP, que indicava que os funcionários da autarquia exerciam funções sem equipamentos de protecção individual.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Gavião acusa mesmo os comunistas de tentarem atingir o executivo municipal de "forma vil, inoportuna, fazendo mesmo lembrar outros tempos e outros regimes".

"Não nos atinge quem quer, apenas nos atinge quem nós deixamos, ainda assim e não valorizando rigorosamente nada do que é dito, os nossos funcionários e de uma forma geral toda a população, merecem-nos a máxima consideração e respeito", revela o município alentejano.

No documento subscrito pelos trabalhadores da Autarquia pode ler-se que importa esclarecer que "desde a primeira hora foram tomadas todas as medidas consideradas necessárias para garantir o bom funcionamento do Município e o bem estar dos funcionários em fase de pandemia". Mais acrescentam que "foi de imediato activado o Plano de Contingência para todos os Serviços Municipais; criada a Comissão Municipal de Acompanhamento do Plano, da qual fazem parte os dois chefes de Divisão, o encarregado geral, o comandante dos Bombeiros e o executivo municipal, que reúne periodicamente e valida todas as medidas a tomar".

O Município de Gavião sublinha que, perante a crise pandémica, "foram fechados ao público todos os espaços municipais, foi impedido o atendimento presencial, foram disponibilizados para todos os funcionários e serviços equipamentos de protecção individual, adequados à função de cada um; assim como foi adoptado o regime de jornada contínua para eliminar os contactos interpessoais no período do almoço; os carros destinados ao transporte de pessoal para as frentes de trabalho, são diariamente higienizados e cumprem todas normas regulamentares de segurança, nomeadamente no que diz respeito ao distanciamento social e a higienização dos espaços comuns é feita de uma forma sistemática".

Na nota dirigida à comunicação social, a autarquia realça que "foi distribuído um termómetro digital às duas divisões que permite a avaliação da temperatura dos funcionários, sempre que seja julgado pertinente e foram colocados em todos os espaços municipais, dispensadores de álcool gel podendo o seu uso ser feito sem quaisquer restrições".

"Conhecemos muito bem a táctica do bota abaixo, praticado por algumas organizações, que a coberto daquela 'parangona': "estamos solidários com os trabalhadores e na luta pela solução dos seus problemas”, nada de concreto fazem, apenas contribuem para a intensificação de muitos dos problemas que existem", acusa o município.

O executivo municipal mostra-se ainda "orgulhoso nos seus recursos humanos, o que foi espelhado no discurso do presidente, nas comemorações do 25 de Abril, no entanto, mais do que as palavras valem os actos e hoje passados sete anos da nossa gestão, não temos registo de qualquer problema com os funcionários que não tenha sido resolvido de forma agradável para todos. Permitam-me apenas e para terminar que recorde a “Opção Gestionária” que martirizava muitos dos nossos funcionários e que de imediato foi resolvida".

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