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Em 2017: Portugal teve números "absolutamente inaceitáveis de atropelamentos"

Aumento da sinistralidade rodoviária em 2017 leva a reflexão sobre qual a intervenção necessária nos três principais factores de risco.

02 Janeiro 2018

O anúncio foi feito na terça-feira, dia 16 de Dezembro, pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, durante a apresentação, na Amadora, da campanha de Natal e Ano Novo da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e os dispositivos de prevenção e fiscalização da GNR e PSP.

O governante salientou ainda os números "absolutamente inaceitáveis de atropelamentos nas áreas urbanas" em Portugal, admitindo ser necessário "identificar as causas e circunstâncias e agir sobre elas". "Portugal é um dos países mais seguros do mundo. Queremos que nesta matéria também o seja", acrescentou o ministro, adiantando ainda que o Governo quer "lançar uma nova fase mais ambiciosa de concretização do plano nacional de segurança rodoviária".

Segundo a ANSR, três em cada dez mortos tinham uma taxa de álcool no sangue ilegal e um em cada cinco mortos apresentou, na autópsia, uma taxa-crime de consumo e álcool.

A ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que entre 1 de Janeiro e 15 de Dezembro se registaram 124.388 acidentes rodoviários, mais 2863 do que em igual período de 2016, quando ocorreram 121.525, que provocam 483 mortos, mais 61 que em igual período.