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FMI quer mais ambição na redução da dívida e nas reformas estruturais.

O Fundo Monetário Internacional acredita que Portugal alcance as metas de crescimento e de redução do défice para 2017 e 2018 mas continua a vincar a necessidade para uma estratégia forte de redução da divida.

07 Dezembro 2017

O Fundo Monetário Internacional (FMI) concluiu na quarta-feira mais uma missão de monitorização pós-programa a Lisboa, e, na declaração de conclusão divulgada, mostra-se mais optimista face a visitas anteriores, "o forte crescimento, juntamente com os esforços continuados para conter a despesa, devem permitir que as metas do défice orçamental de 2017 e 2018 sejam alcançadas confortavelmente".

O FMI apresenta estimativas para 2017 e 2018 iguais às inscritas pelo Governo no Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), destacando principalmente a melhoria económica (de Portugal mas também da União Europeia), "impulsionada por uma recuperação significativa no investimento e um crescimento contínuo nas exportações e no consumo privado".

Contudo, e apesar das projecções positivistas, o FMI deixa avisos, salientando que a dívida pública "continua a ser uma vulnerabilidade no médio prazo, já que restringe a habilidade do Governo para responder a choques adversos que podem surgir", aconselhando que o Governo “ponha a dívida pública numa trajetória de redução forte no médio prazo".

O Fundo Monetário Internacional defende por isso, "mais reformas estruturais, mais investimento e mais produtividade".