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Licenças de construção nova e reabilitação para habitação caem 10,6% até maio

As licenças de construção nova e reabilitação de edifícios para habitação caíram 10,6% até maio, em termos homólogos, enquanto o licenciamento de fogos em construções novas recuou 6%, face a igual período de 2019, anunciou a AICCOPN.

28 Julho 2020

As licenças de construção nova e reabilitação de edifícios para habitação caíram 10,6% até maio, em termos homólogos, enquanto o licenciamento de fogos em construções novas recuou 6%, face a igual período de 2019, anunciou  a AICCOPN.
De acordo com a Associação dos Industriais da construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), nos primeiros cinco meses deste ano, as licenças de construção nova e reabilitação de edifícios para habitação diminuíram em 10,6%, para 6.361, na comparação com idêntico período do ano passado.
Já as licenças emitidas pelas câmaras municipais para fogos em construções novas recuaram 6% até maio, para 9.404 habitações, em termos homólogos.
Nos primeiros cinco meses deste ano, por sua vez, o consumo de cimento no mercado nacional aumentou 6,4%, em termos homólogos, totalizando cerca de 1,43 milhões de toneladas, lê-se na Síntese Estatística da Habitação hoje divulgada pela AICCOPN.
Quanto ao novo crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação até maio, nota-se um crescimento de 9,6%, em termos homólogos acumulados, para 4.471 milhões de euros.
Sobre a avaliação da habitação realizada para efeitos de empréstimo bancário apurou-se, em maio, um valor mediano de 1.114 euros por metro quadrado (m2), mais 8,9%, na comparação com os 1.023 euros por m2 apurados no mês homólogo.
Em relação ao Alentejo, a AICCOPN dá nota de que o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses terminados em maio, totalizaram 943, um acréscimo de 3,7% face aos 909 alojamentos licenciados no mesmo período comparável.
Destes, 52% são de tipologia T3, 24% de tipologia T4 ou superior e 16% de tipologia T2.
Quanto aos valores de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se, em maio, um aumento em termos homólogos de 2,5% para 827 euros por m2.
No entanto, a análise referente apenas a maio evidencia a primeira queda deste ano, -14,6%, face ao mesmo mês do ano anterior.