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Portugal

Redes de Internet de alta velocidade fixa sobem 9,8% no 1.º trimestre

Por regiões, "os aumentos mais expressivos foram registados na região Centro (+16%), Açores (+14,9%), Algarve (+14,3%), Alentejo (+14,2%) e Norte (+10,5%)".

17 Junho 2020

Os serviços de rede de alta velocidade (RAV) fixa atingiram 2,9 milhões de clientes residenciais no primeiro trimestre, um aumento homólogo de 9,8%, divulgou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
Em comunicado, o regulador adianta que as redes de Internet fixa (redes de nova geração) "atingiram 2,9 milhões de clientes residenciais no final do primeiro trimestre de 2020, mais 9,8% do que no período homólogo, quando registou um crescimento de 12,6%".
Por regiões, "os aumentos mais expressivos foram registados na região Centro (+16%), Açores (+14,9%), Algarve (+14,3%), Alentejo (+14,2%) e Norte (+10,5%)".
Pelo menos oito em cada 10 novos clientes de RAV "optaram por um serviço suportado em redes de fibra ótica (FTTH – Fiber to the Home)", segundo a Anacom.
No final do primeiro trimestre, mais de dois terços (68,7%) "das famílias subscreviam serviços de alta velocidade em local fixo, com a área metropolitana de Lisboa (87%), Madeira (77,4%) e Açores (75,4%) a apresentarem penetrações acima da média em Portugal (68,7%)".
As regiões do Algarve (63,5%), Centro (56,2%) e o Norte (65,6%), onde a penetração destes serviços é mais baixa, aproximaram-se da média.
"Estima-se que no primeiro trimestre, estivessem cablados com uma RAV, no mínimo, cerca de 5,4 milhões de alojamentos, mais 4,1% que no primeiro trimestre do ano anterior. O crescimento verificado, apesar de significativo, é inferior ao registado há um ano (7,2%)", salienta a Autoridade Nacional de Comunicações.
A cobertura das redes de alta velocidade "era de 85,5% dos alojamentos no final de março, mais 3,3 pontos percentuais que no final do primeiro trimestre de 2019", adianta.
Por região, "a cobertura na área metropolitana de Lisboa e nos Açores encontrava-se acima da média".
A Anacom destaca ainda o crescimento do número de alojamentos cablados verificado no Centro (+9%), Madeira (+8,7%), e Alentejo (+6,9%), "regiões onde se reduziram as assimetrias de cobertura face à média do país".
O número de alojamentos cablados com fibra ótica "ascendeu a cerca de 5,1 milhões, mais 6,8% do que no trimestre homólogo (tinha crescido 10,6% no primeiro trimestre de 2019), tendo atingido uma cobertura de 80,5%".
Já o número de alojamentos cablados com acessos de alta velocidade "suportados em redes de televisão por cabo aumentou 0,3% no último ano, totalizando 3,8 milhões. A cobertura deste tipo de redes era de 59,5%, o mesmo valor que há um ano", adianta.