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Avaliação bancária da habitação bate recorde em Fevereiro

A avaliação bancária para pedidos de crédito para compra de habitação atingiu em Fevereiro um novo recorde de 1.337 euros por metro quadrado.

29 Março 2020

A avaliação bancária para pedidos de crédito para compra de habitação atingiu em Fevereiro um novo recorde de 1.337 euros por metro quadrado, segundo dados do INE que ainda não têm em conta a situação da covid-19.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), "é de esperar que as tendências aqui analisadas se alterem substancialmente" de futuro, devido a esse surto e às suas consequências.
Segundo o indicador, o valor médio de avaliação bancária foi 1.337 euros em Fevereiro, mais sete euros do que no mês anterior, o que representa um aumento relativo de 0,5%. Já face ao mesmo mês de 2019, o aumento é de 7,9%.
Por regiões, as que apresentaram valores na avaliação mais altos e superiores à média nacional foram Algarve (1.741 euros por metro quadrado), Lisboa (1.659 euros) e Madeira (1.429 euros).
Os valores que ficaram abaixo da média nacional foram registados em Norte (1.219 euros), Açores (1.156 euros), Centro (1.077 euros) e Alentejo (1.066 euros).
Quanto aos apartamentos, em Fevereiro, o valor médio de avaliação bancária foi 1.429 euros/metro quadrado (m2), aumentando 9,1% relativamente ao mês homólogo.
Já nas moradias, o valor médio foi de 1.177 euros/m2, mais 4,6% em relação mesmo mês do ano anterior.
Apesar de esta informação ainda não ter em conta as consequências da pandemia covid-19 e de o INE esperar que a tendência se altere consideravelmente, o instituto de estatística também considera que "a informação hoje disponibilizada é útil para estabelecer uma referência para avaliar desenvolvimentos futuros".
O INE diz ainda que, apesar da actuais circunstâncias, irá tentar manter o calendário de produção e divulgação de estatísticas, mas admite "alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária", pelo que apela à colaboração de empresas, famílias e entidades públicas na resposta às suas solicitações.
"Na verdade, a qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia covid-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece", refere.

IM // CSJ
Lusa