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Preços da gasolina e do gasóleo caem 1,6% e 3,7% em fevereiro

Os preços médios da gasolina simples em Portugal caíram 1,6% e os do gasóleo simples recuaram 3,7%, em fevereiro face a janeiro, devido ao impacto da pandemia de covid-19 na economia global, divulgou hoje a ERSE.

26 Março 2020

Os preços médios da gasolina simples em Portugal caíram 1,6% e os do gasóleo simples recuaram 3,7%, em fevereiro face a janeiro, devido ao impacto da pandemia de covid-19 na economia global, divulgou hoje a ERSE.
Segundo o boletim mensal do mercado de combustíveis da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), “os preços médios de venda ao público dos combustíveis em Portugal sofreram uma redução, sobretudo devido ao impacto da pandemia de covid-19 na economia global, refletindo-se numa redução de preço das ‘commodities’”.
De acordo com o regulador, “no início do ano 2020 o preço médio de venda ao público (PVP) da gasolina simples 95 aumentou cerca de 3% face a dezembro de 2019”, mas “o mês de fevereiro terminou como PVP a descer cerca de 1,6% face ao mês anterior”, de 1,569 euros por litro para 1,544 euros/litro.
“A maior fatia do PVP paga pelo consumidor corresponde aos impostos, que na gasolina representam aproximadamente 62%”, nota.
Já no caso do gasóleo simples, “no início do ano 2020 o PVP aumentou cerca de 3,4% face a dezembro de 2019”, mas “o mês de fevereiro encerrou com o PVP em tendência decrescente (-3,7%), colmatando a subida do mês anterior”, recuando de 1,456 euros/litro para 1,402 euros/litro.
Também no gasóleo “a maior fatia do PVP paga pelo consumidor corresponde aos impostos, seguida do valor da cotação internacional e frete, as quais, cumulativamente representam cerca de 88%”.
Quanto ao GPL (Gás de Petróleo Liquefeito) Auto, registou em fevereiro um “ligeiro aumento” de cerca de 1%, que contudo contrasta com o aumento “mais expressivo” de 7% que tinha ocorrido em janeiro. Dos 0,728 euros/litro de janeiro, o preço médio de venda ao público do GPL Auto passou para 0,735 euros/litros em fevereiro.
Segundo o regulador, em todos estes combustíveis foram os hipermercados que registaram “os preços mais competitivos” (em 7% no caso da gasolina simples, em 8,5% no caso do gasóleo e em 13% no GPL Auto), seguidos dos ‘low cost’.
Numa análise da variação geográfica de preços a nível nacional, a ERSE conclui que, apesar de os valores serem “pouco diferenciados” (em mais de metade dos distritos a diferença de preços médios por litro não ultrapassa os cinco cêntimos”, em fevereiro “Aveiro foi o distrito que registou os preços de gasóleo e gasolina mais baixos” e “Beja e Bragança os mais caros”.
“Em fevereiro, a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos portugueses para a gasolina simples 95 e gasóleo simples é genericamente mais elevada nos distritos do litoral, à exceção de Aveiro, Braga e Coimbra”, refere, acrescentando que “Beja e Bragança continuam a ser os distritos onde os combustíveis rodoviários se verificaram mais caros face ao preço médio nacional”.
De acordo com o regulador, “Aveiro, Braga, Santarém e Castelo Branco, continuam a ser os distritos com gasolinas e gasóleos mais baratos em Portugal Continental”.
Já no caso do GPL engarrafado (butano e propano), “Vila Real continua a registar, para Portugal continental, a garrafa com o menor custo”, enquanto “Faro apresenta o mais elevado”.
“Em fevereiro, a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos é mais pronunciada principalmente a sul de Portugal, sendo o gás engarrafado mais caro sobretudo nos distritos de Faro, Beja e Setúbal”, nota a ERSE.
“Contrariamente – acrescenta - os distritos mais a norte do país, como Viana do Castelo, Vila Real e Bragança apresentam os preços de GPL engarrafados mais baratos”, sendo que os distritos do interior mais próximos de Espanha também registaram preços mais baixos, à exceção de Castelo Branco.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 450.000 pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 20.000.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em Portugal, registaram-se 43 mortes e 2.995 infeções confirmadas, segundo o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 633 novos casos em relação a terça-feira (+26,8%).