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ARS-Alentejo e quatro municípios finalistas de prémio de Políticas Públicas

Os municípios de Valongo, Fundão, Torres Vedras, Loulé e a Administração Regional de Saúde do Alentejo são os finalistas do Prémio IPPS-ISCTE Políticas Públicas, cujo vencedor será anunciado no dia 29, em Lisboa.

22 Novembro 2019

Os municípios de Valongo, Fundão, Torres Vedras, Loulé e a Administração Regional de Saúde do Alentejo são os finalistas do Prémio IPPS-ISCTE Políticas Públicas, cujo vencedor será anunciado no dia 29, em Lisboa.
Segundo Ricardo Paes Mamede, presidente do Instituto para as Políticas Públicas e Sociais do Instituto Universitário de Lisboa (IPPS-ISCTE), o prémio “tem por objectivo dar a conhecer, valorizar, reconhecer publicamente e ajudar a divulgar boas práticas de políticas públicas em Portugal”.
“O prémio surgiu da percepção de que há muitas coisas a acontecer dentro da administração pública em Portugal, nos municípios, nas agências públicas, ao nível dos ministérios e das secretarias de Estado, com muito valor”, acrescentou o responsável.
Para o presidente, as boas iniciativas na administração pública “são postas em prática por muitas centenas de pessoas” e “são pouco conhecidas”.
“Pretende-se [com este prémio] que haja a possibilidade de outras entidades aprenderem com aquilo que se faz bem e poderem adoptar soluções para também melhorarem as suas próprias políticas”, acrescentou.
Segundo aquele responsável, “os projectos analisados, sejam da administração central ou local, tiveram em conta quatro critérios básicos: impacto dos desafios no desenvolvimento local, o grau de inovação associado à política, a qualidade do processo e a sua transferibilidade”.
Os projectos finalistas, envolvendo os municípios de Valongo, Fundão, Torres Vedras e Loulé e a ARS-Alentejo, distinguem-se no conjunto destes critérios, disse Ricardo Paes Mamede, referindo existirem “casos em que o é por [o projecto] ser novidade e outros pelo impacto causado”.
Defendendo que a administração pública “tem um papel crucial na sociedade portuguesa que está para lá de encontrar novas soluções”, lembrou que “todos os dias é preciso tratar de crianças nas escolas, de doentes no hospital, de pessoas que necessitam de protecção social, numa actividade permanente que ocupa a esmagadora maioria do tempo da administração pública e que é essencial para o país embora não seja passível de candidatura a este prémio”.
“Não sendo o objectivo deste prémio passar uma mensagem, ao darmos visibilidade a coisas que são particularmente bem feitas estamos a contribuir para sinalizar que há coisas verdadeiramente excepcionais também a acontecer na administração pública portuguesa”, disse.
A entrega dos prémios vai decorrer dia 29 de Novembro, a partir das 10:30, no Instituto Universitário de Lisboa.

JFO // JAP
Lusa