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EDP Distribuição discutiu gestão da vegetação

A EDP Distribuição promoveu na passada terça-feira, dia 23 de Julho, na Estufa Real, em Lisboa, a ‘Conferência Gestão da Vegetação’.

25 Julho 2019

A EDP Distribuição promoveu na passada terça-feira, dia 23 de Julho, na Estufa Real, em Lisboa, a ‘Conferência Gestão da Vegetação’, que contou com a presença de vários responsáveis, entre os quais Rui Almeida, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e Francisco Castro Rego, presidente do Observatório Técnico Independente.

Com esta iniciativa, a empresa abriu o debate sobre a eficácia das faixas de gestão da vegetação e a necessidade da revisão da legislação em vigor. “Esperemos que esta conferência seja uma semente que possa germinar e levar ao desenvolvimento de melhorias significativas na forma como gerimos a floresta. A EDP Distribuição, enquanto operadora da rede, quer ser parte de uma solução ainda mais eficaz na forma de gerir e de preservar a floresta”, garantiu Ângelo Sarmento, administrador da EDP Distribuição.

“É muito importante contribuir para debelar o flagelo nacional dos fogos rurais e, por isso, fazemos tudo na fase de planeamento, tendo uma gestão da vegetação cuidada para que não haja aproximação de vegetação às linhas eléctricas, e contribuindo para mudanças, nomeadamente legislativas. A nossa legislação tem que se adaptar às melhores práticas da ciência”, assegurou João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP.

Até ao final de 2019, a EDP Distribuição vai investir, em todo o país, 11 milhões de euros em acções de inspecção e de intervenção nas zonas de protecção e nas faixas de gestão de combustível junto às linhas de distribuição de electricidade. Deste montante, 8,8 milhões de euros estão relacionados com a gestão e limpeza da vegetação em torno das linhas de electricidade e 2,2 milhões de euros em inspecções. O reforço do investimento face a 2018 (cerca de 33%) está associado ao aumento do número de Planos Municipais de Defesa de Floresta Contra Incêndios aprovados, a par da subida dos preços destes serviços desde os incêndios de 2017.  Desde 2008, a empresa já investiu um total de 72 milhões de euros na segurança das infraestruturas, com impacto directo na defesa e protecção do património florestal.