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Real Madrid: o pior 11 de sempre

O período de suspensão futebolística em que nos encontramos tem sido desculpa para recordar o que de melhor a história do futebol tem para oferecer.

20 Abril 2020

O período de suspensão futebolística em que nos encontramos tem sido desculpa para recordar o que de melhor a história do futebol tem para oferecer. Mas porque não visitar também aquilo de pior o futebol nos ofereceu no passado? Hoje, decidimos escolher um 11 de "craques" que passaram pelo Real Madrid, mas que estiveram muito longe de estar à altura do desafio. Será que ainda te lembras de todos?

Guarda-redes: Alberto Bizzarri

Esta "lenda" das balizas jogou até ao final de 2019. Na altura, tinha 41 anos e representava o Foggia, das divisões inferiores de Itália. O Real Madrid foi o seu primeiro clube na Europa, onde chegou vindo do Racing com apenas 21 anos. Teve a oportunidade de fazer 12 jogos pouco memoráveis ao serviço dos Galácticos, até que foi substituído por um tal de... Iker Casillas.

Defesa-direito: Carlos Secretário

35 vezes internacional por Portugal, Secretário até pode ser lembrado com carinho por alguns adeptos portugueses. Em Madrid, no entanto, é unanimemente recordado como uma das piores contratações da história do clube. Fez apenas 17 jogos pelos Galácticos antes de regressar ao Porto. As coisas não correram bem para Secretário na capital espanhola, que mesmo assim conseguiu trazer para casa 1 título da La Liga.

Defesa-esquerdo: Royston Drenthe

Este era fácil de adivinhar. Numa altura em que em Madrid se andava à procura do próximo Roberto Carlos, dois jovens competiam pelo lugar: o holandês Royston Drenthe e um brasileiro menos conhecido chamado Marcelo. Se existem dúvidas sobre qual dos dois singrou, permitam-nos revelar o nome do clube que Drenthe representa actualmente: é o incógnito Kozakken Boys, da terceira divisão da Holanda.

Defesa-central: Predrag Spasic

Muitas vezes considerado o pior jogador da história do Real Madrid, este "muro" sérvio era um autêntico buraco no centro da defesa e chegou a marcar um auto-golo num jogo frente ao Barcelona. Com uma carreira muito curta dividida entre o campeonato sérvio e o campeonato espanhol, Spasic redimiu-se do seu tempo em Madrid com 3 épocas decentes ao serviço do Osasuna.

Defesa-central: Jonathan Woodgate

Ainda hoje é difícil compreender por que motivo o Real Madrid decidiu comprar este central ao Newcastle em 2004. Com 8 jogos pela selecção inglesa e clubes como o Tottenham e o Leeds (quando era grande) no currículo, Woodgate esteve longe de ter uma má carreira. Mas os 2 anos que passou em Madrid foram sofríveis: acabou por fazer apenas 14 jogos pouco memoráveis.

Médio-centro: Thomas Gravesen

Inacreditavelmente, este monstro do meio-campo defensivo foi comprado pelo Real Madrid por engano! Reza a lenda que os olheiros o confundiram com Lee Carsley, um colega de equipa que também era careca. Obviamente, a coisa não correu bem para Gravesen, que se reformou 2 anos depois de deixar Madrid. Hoje em dia é possível encontrá-lo a jogar poker online em 888 já que Gravesen se dedica profissionalmente ao poker.

Médio-centro: Julian Faubert

Este médio-defensivo que também actuava como defesa-direito tinha a reputação de ser um jovem promissor e era visto como um futuro internacional francês. Mas acabou por fazer apenas 12 jogos como internacional... ao serviço da modesta selecção da Martinica. Fez apenas 2 partidas ao serviço do Real Madrid, clube onde esteve 6 meses emprestado. Começou por representar emblemas como o Bordeaux e o West Ham, mas acabou a jogar no Inter Turku da Finlândia e no Borneo da Indonésia.

Médio-centro: Elvir Baljic

Quem? É verdade, este médio-esquerdo bósnio é desconhecido mesmo de alguns dos mais ávidos fãs de futebol. Mas em 1999, o Real Madrid acreditou tanto nas suas capacidades que decidiu pagar uma fortuna ao Fenerbahçe pelos seus serviços. Em Madrid, nunca foi ídolo e fez menos de 20 jogos ao longo de 1 época e meia. Acabou a carreira no Istanbulspor, clube hoje conhecido como Basaksehir.

Avançado: Javier Saviola

Javier Saviola é o grande craque do nosso pior 11 do Real Madrid, até porque a sua carreira contou com passagens frutíferas por clubes como o Barcelona, o River Plate, e o Benfica. Mas os 2 anos que Saviola passou em Madrid foram deprimentes. Com apenas 5 golos marcados em 2 épocas, Saviola foi rapidamente despachado de Madrid para a Luz. Hoje em dia, trabalha de forma inesperada como treinador-adjunto da selecção de sub-17 da Andorra.

Avançado: Edwin Congo

Transferido do Vitória de Guimarães para o Real Madrid em 2000, o avançado colombiano Edwin Congo foi uma espécie de Bebé 1.0. O hype obtido em Guimarães, onde fez alguns bons jogos depois de ter sido dispensado pelo Toulouse, valeu-lhe uma transferência inacreditável para um dos maiores clubes do mundo. Foi dispensado sem nunca ter chegado a jogar pela equipa principal.

Avançado: Antonio Cassano

Quando se fala de jogadores que não estiveram à altura das expectativas, o nome Antonio Cassano vem quase sempre à baila. Em Itália, este talentoso avançado nunca deu o que se esperava dele, mas chegou a ter boas épocas na Roma, na Sampdoria, e no Parma. Em Madrid, no entanto, passou 2 anos deprimentes que só chegaram para 4 golos em menos de 30 jogos. As lesões não ajudaram nada.