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Nuno Matos discute liderança na Baja de Loulé

Nuno Matos e Pedro Marcão começaram em grande plano a Baja de Loulé, ao terminarem o primeiro dia nos lugares do pódio.

13 Abril 2019

Nuno Matos e Pedro Marcão começaram em grande plano a Baja de Loulé, segunda ronda do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, ao terminarem o primeiro dia nos lugares do pódio. A equipa ocupa o terceiro posto da geral.
“Foi um bom começo. Tentámos imprimir sempre um ritmo rápido e consistente, mas sem cometer excessos, para evitar erros”, comentou Nuno Matos.
Toada que permitiu à dupla ascender ao terceiro lugar, após os 82,26 quilómetros ao cronómetro do SS1. “A prova é bastante dura, com traçados que nos obrigam a variações repentinas de ritmo que exigem muito das mecânicas. Há troços que fizeram parte do Rali de Portugal e onde se anda muito depressa mesmo. Mas também encontramos partes bastante encadeadas, que nos obrigam a travagens muito no limite”, disse o piloto.
Situações a que Nuno Matos e Pedro Marcão se têm que adaptar com o novo FIAT Fullback Proto, dado ser apenas o segundo evento ao volante da nova máquina. “Estamos ainda a aprender o carro e esta prova tem características bastante diferentes da Baja TT do Pinhal, que vencemos, e que nos obrigam a uma atenção redobrada. No geral, o FIAT esteve sempre bem, apenas nos últimos 20 quilómetros fomos obrigados a baixar um pouco o ritmo, porque os travões começaram a perder eficácia. Mas nada de grave”, referiu Nuno Matos.
O primeiro contacto com os troços algarvios deu-se com o sexto lugar nos 8,22 quilómetros do Prólogo, ainda durante a manhã de sábado. “Desde 2016 que não faço esta prova e é natural haver novidades. Uma delas foram os reconhecimentos. Em vez de fazermos o Prólogo de moto, foi-nos dado um vídeo pela organização para o reconhecermos, algo a que não estamos habituados, e acabámos por ser mais cautelosos na abordagem inicial”, explicou o campeão nacional de 2016.
O dia terminou com a equipa num sólido terceiro lugar e a menos de dois minutos da liderança. Uma boa posição para domingo, quando os concorrentes têm ainda pela frente cerca de 200 quilómetros ao cronómetro, divididos por dois sectores selectivos. Está, por isso, tudo em aberto.