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Nani Roma vence 32ª Baja Portalegre 500 na festa do título de João Ramos

O estreante Nani Roma, no Mini JCW Rally da X-Raid, sagrou-se vencedor, na tarde deste sábado, da 32ª Baja Portalegre 500, depois de dominar, desde o primeiro dia, a prova de encerramento da Taça o Mundo de Cross Country organizada pelo ACP.

27 Outubro 2018

O estreante Nani Roma, no Mini JCW Rally da X-Raid, sagrou-se vencedor, na tarde deste sábado, da 32ª Baja Portalegre 500, depois de dominar, desde o primeiro dia, a prova de encerramento da Taça o Mundo de Cross Country organizada pelo ACP.

Na decisão do título nacional de TT, João Ramos (Toyota Hilux) foi quem fez a festa, ao sagrar-se campeão pela primeira vez, num duelo com Hélder Oliveira (Mini) que terminou quando este, no penúltimo sector selectivo, ficou com a transmissão partida. Dos outros candidatos à conquista do título de campeão português, Tiago Reis, devido a problemas eléctricos no Mitsubishi Lancer surgidos na noite de sexta-feira, já nem partiu para este segundo dia de competição, enquanto Pedro Ferreira (VW Amarok) despistou-se de manhã, no decurso do SS3.

Apesar de competir pela primeira vez nas estradas de terra alentejanas, Nani Roma liderou em Portalegre a partir do prólogo, seguido de perto pelo seu colega de equipa Stéphane Peterhansel (Mini), que, nos últimos 211,56 quilómetros, pôde reduzir a sua desvantagem para uma diferença final de apenas 58 segundos.

“Furámos dois pneus na mesma pedra, o que nos causou algum stress, mas tínhamos um avanço grande para o Stéphane, suficiente para manter a nossa posição e ganhar. Gostei imenso da prova, com muito público, a quem agradeço o apoio, e foi um excelente teste para o Dakar, pois o Mini esteve perfeito”, disse o vencedor, Nani Roma.

Os pilotos portugueses acabaram por ter um bom desempenho nesta Baja Portalegre 500, com destaque para Paulo Rui Ferreira (Toyota Hilux), que graças ao andamento rápido e bastante regular conquistou um lugar no pódio, atrás dos dois Mini da X-Raid, e na frente do novo campeão nacional, João Ramos, cujo ritmo esteve condicionado pelo objectivo de garantir o título, como reconheceu no final:

“Foi uma prova em que apenas estivemos de olho no campeonato. Andar devagar custa muito e não dá qualquer prazer, então no mau piso é incrível a pancada que levamos no corpo... De qualquer modo, estamos felizes e muito satisfeitos, tal como a equipa, por este resultado que nos garantiu a conquista do título”.