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Covid-19: Três idosas do lar de Reguengos de Monsaraz internadas no hospital de Évora

Três idosas com covid-19 oriundas do lar de Reguengos de Monsaraz onde foi detectado um surto da doença estão internadas no hospital de Évora, todas “estáveis”, mas uma com “apoio de oxigénio”.

22 Junho 2020

Três idosas com covid-19 oriundas do lar de Reguengos de Monsaraz onde foi detectado um surto da doença estão internadas no hospital de Évora, todas “estáveis”, mas uma com “apoio de oxigénio”, revelou hoje o presidente do município.
“Nós temos apenas três utentes no hospital”, referiu à Lusa o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz (Évora), José Calixto, explicando que a primeira idosa internada “está estabilizada, tranquila”, e não está ventilada, mas necessita de “apoio de oxigénio e de cuidados diferenciados”.
As outras duas utentes internadas no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) suscitam “um nível de preocupação menor” e encontram-se “estáveis”, mas, como tinham “alguns sintomas”, ficam na unidade, indicou.
O primeiro caso positivo de covid-19 no lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), o da utente que foi logo internada, foi detectado na quinta-feira passada, tendo nesse mesmo dia sido iniciados os testes a todos os 105 funcionários e 83 utentes da instituição, disse o presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo, numa conferência de imprensa realizada no sábado de manhã.
O presidente da câmara revelou hoje que, “neste momento, o balanço é de 17 trabalhadoras e de 46 utentes” infectados com a doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2.
NO domingo, “registou-se mais um caso que antes estava inclusivo” e que “passou a positivo”, entre os utentes do lar – passou de 45 para 46 -, elevando o total de infectados, juntamente com os casos de funcionários, para 63 pessoas.
“As 17 funcionárias estão em casa a recuperar sem sintomas relevantes e os outros utente estão no lar”, assinalou também José Calixto.
Os utentes que se encontram no lar estão divididos, para não juntar os infectados com os que não têm a doença, disse o presidente do município, que revelou que no domingo fez um pedido à Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil “para apoio militar logístico” na instituição de apoio aos idosos,”em termos de contenção das alas covid e não covid”.
“Como estamos a trabalhar com doentes que, por vezes, têm já alguns sinais, por exemplo, de demências, achei por bem ter a ajuda dos militares para esse trabalho”, justificou.
Os militares foram accionados ao início da tarde e, às 00:30 de hoje, os "militares já estavam a cumprir a missão na unidade”, ou seja, a prestarem apoio logístico para garantir que as duas alas são estanques, realçou.
Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) informou que “seis militares do Exército estão”, desde domingo, “a apoiar o Lar da Fundação Maria Inácia Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, onde foram identificados casos positivos de covid-19”.
“A equipa é composta por um médico, um enfermeiro, um socorrista e três militares para apoio, provenientes do Centro de Saúde Militar de Évora e do Regimento de Cavalaria n.º 3”, precisou o EMGFA, referindo que o pedido para “apoio logístico, de saúde e avaliação de processo de desinfecção das instalações do lar foi solicitado pela Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil”.

RRL // ROC
Lusa