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Saúde

Rastreio do cancro da mama passa a ser feito aos 50 anos

O rastreio ao cancro da mama vai passar a ser iniciado cinco anos mais tarde, em mulheres a partir dos 50 anos, segundo despacho do Governo.

15 Novembro 2017

Um despacho do Ministério da Saúde, datado de Setembro, vem "uniformizar critérios" nos programas de rastreio a doenças oncológicas. No cancro da mama estabelece que a abrangência passe de mulheres dos 50 aos 69 anos, com uma mamografia a cada dois anos.

As utentes entre os 45 e os 50 anos que já tenham iniciado o programa de rastreio antes da introdução das alterações devem ser mantidas no programa.
Segundo o despacho prevê-se ainda que as alterações estejam implementadas até final do próximo ano.

O presidente da Liga Contra o Cancro, Vitor Veloso, considera que na prática a faixa etária dos rastreios  vai depender de cada Administração Regional de Saúde, admitindo que se devia ter aproveitado para abarcar as mulheres mais velhas, até aos 75 anos pelo menos.

Em Portugal há cerca de seis mil novos casos de cancro da mama anualmente.