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Alentejana recorda morte de crianças e adultos à porta de instituição em Arronches

Uma mulher, natural de Redondo, contou num programa televisivo o seu sonho de ser enfermeira, mas acabou por revelar que num dos locais onde trabalhou, no antigo hospital de uma instituição de Arronches, o médico local, de então, deixava alegadamente morrer crianças e adultos à porta.

30 Agosto 2017

Uma mulher, natural de Redondo, contou num programa televisivo o seu sonho de ser enfermeira, mas acabou por revelar que num dos locais onde trabalhou, no antigo hospital de uma instituição de Arronches, o médico local, de então, deixava alegadamente morrer crianças e adultos à porta.

Alice Silva, que falava ontem na televisão, é neta de uma refugiada da guerra civil espanhola e que viveu parte da adolescência no distrito de Portalegre. Concluiu o curso de Enfermagem e rumou a Angola, mas voltou a Portugal e estabeleceu-se em Arronches.

Na instituição onde trabalhou diz que encontrou apenas um profissional de saúde, o porteiro, que dava injecções e fazia pensos. Referindo-se ao médico local revelou que “só atendia quando lhe apetecia, deixando morrer à porta do hospital crianças e adultos”, salientando depois que “aquilo que ele fez não se faz em saúde”.