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Indústria do café

Torrefactores lançam projecto "The Portuguese Coffee"

O presidente da AICC continuou reforçando a missão da AICC “em levar mais longe a mensagem do café português e foi com essa premissa que, em 2016, reforçámos essa mensagem dando inicio à expansão e lançamento da marca global ‘Portuguese Coffee: a blend of stories’ numa iniciativa desta associação.

26 Março 2017

O presidente da Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), Rui Miguel Nabeiro, abriu, no passado dia 14 de Março, o Encontro Nacional de Torrefactores promovido pela AICC.

O empresário Rui Miguel Nabeiro que, depois de dar as boas vindas a todos os presentes, referiu que esta foi uma oportunidade de para "dar a conhecer as novas tendências e as novas práticas", sendo o principal objectivo "manter o sector do café português na vanguarda, pois o café é, sem dúvida, um produto de excelência, uma das bebidas mais consumidas no nosso país e no mundo”.

O presidente da AICC continuou reforçando a missão da AICC “em levar mais longe a mensagem do café português e foi com essa premissa que, em 2016, reforçámos essa mensagem dando inicio à expansão e lançamento da marca global ‘Portuguese Coffee: a blend of stories’ numa iniciativa desta associação.

"Os portugueses bebem café por prazer, mas serve também como desculpa para um encontro de amigos e ‘dois dedos’ de conversa. Os portugueses normalmente bebem espresso, maioritariamente fora de casa. Espresso é tão importante para nós que também temos a palavra portuguesa 'Expresso' em vez de 'Espresso'", destaca a Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), na nota de apresentação do projecto.
Ao contrário de outros países que insistem em grãos de café 100% Arábica, o espresso português é obtido a partir de uma mistura de café torrado lentamente. "Como resultado obtém-se um café com creme cor de avelã, denso e muito equilibrado", explica a AICC. "O nosso método particular de torrefação preserva a essência do café português, reduzindo a sua acidez, conferindo-lhe um aroma mais forte, mais corpo e suavidade. O resultado é uma experiência sensitiva com tendência a permanecer na boca criando uma memória forte no consumidor", acrescenta.
A Associação lembra ainda que Portugal está, há muito tempo, "na vanguarda da indústria de café e está entre os países que melhor conhecem os métodos de processamento do café, muito devido ao seu passado colonial no Brasil, Timor, São Tomé e Príncipe e Angola".