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Alentejo de gala na BTL a piscar um olho a Lisboa e o outro ao resto do Mundo

Aí está a maior representação de sempre do Alentejo na Bolsa Turismo de Lisboa (BTL) que ontem arrancou na FIL. O melhor que a região tem para oferecer, dos produtos típicos à identidade, está reunido em 1200 metros quadrados de exposição. Acompanhado da campanha “Desligue”. Ao alto e ao baixo. Objetivo: Continuar a marcar pontos em Lisboa, de onde chega 40% do turismo, e atrair novos mercados. Do país e do mundo.

17 Março 2017

António Ceia da Silva, presidente da Entidade Regional de Turismo, parava por instantes a correria entre stands e conferências, acompanhado pela atriz Paula Neves - uma das embaixadoras alentejanas - para fazer estas contas à reportagem do Diário do Sul.

“Porque é que é importante estar na BTL?. Porque o turismo interno ainda representa 65% das nossas taxas de procura. E depois porque Lisboa representa 40% da procura turística do nosso território, mantendo a tendência de há uns anos, segundo os dados que temos disponíveis”, justificava o dirigente, que até recorria a uma metáfora do “rei futebol” para vincar o empenho da região em não facilitar no que a matéria de promoção diz respeito.

António Ceia da Silva ressalvou que o caminho mais curtos para se ganhar um jogo “é não sofrer golos. Em turismo, para não sofrermos golos temos que manter o nosso público alvo e  segmento de mercado que é a Área Metropolitana de Lisboa”, rematou em declarações proferidas no pavilhão alentejano, onde iam desfilando provas de degustação das mais célebres iguarias desta terra.

“Temos aqui a maior representação de sempre e o maior número de stands, com grande qualidade”, justificava Ceia da Silva, aludindo à presença dos mais de 60 municípios e mais  de 30 expositores privados numa participação coletiva.

“O objetivo é sempre melhorar, mas também procuramos atrair mais gente. As feiras, do ponto de vista do grande público, interessam-nos imenso. Desde sexta-feira à tarde até domingo, vamos tentar conquistar a vox pop de Lisboa no sentido de os captar para visitarem o Alentejo e Ribatejo”, acrescentou.

António Ceia da Silva elogiou ainda o certame no seu todo, sobretudo após os sucessivos êxitos turísticos alcançados pelo país nos últimos anos. “O turismo foi dos setores que mais cresceu e que mais contribuiu para recuperação financeira do país em termos de números macroeconómicos”, concluiu o dirigente, enquanto a festa prosseguia pelos quatro pavilhões ao ritmo do Mundo.